Diante da crise financeira o prefeito de Curitiba baixou decreto no finalzinho de janeiro, determinando a redução de 15% nos gastos de custeio (pessoal, material de consumo e serviços de terceiros). No final de maio, a prefeitura prestou contas na Câmara dos Vereadores, e diz ter superado a meta de redução de gastos, economizando 18%. A pergunta é, se quando determinado há possibilidade de fazer esta redução, será que o dinheiro público anteriormente não estava sendo mal versado? Todos sabem que dinheiro do governo é dinheiro de ninguém, basta ver as repartições públicas com luzes acessas por toda a noite (olhem pro Tribunal de Justiça durante a noite...), os gastos não controlados sem linha dura do administrador, esvaem-se na irresponsabilidade do funcionalismo. Damos os parabéms ao prefeito, contudo que isso não seja feito somente em tempos de crise financeira e redução da arrecadação, mas em tempos normais, economizando nestes gastos supérfluos há mais recursos para aplicação do que a Cidade realmente precisa.
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